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quinta-feira, fevereiro 22, 2007

a quintessência renato carreira

Se se passou nesta semana, Renato Carreira comenta. A quintessência.

Por estes dias Alberto João Jardim (Governo da Madeira) demitiu-se, João Marcelino (Correio da Manhã) foi-se, Rogério Gonçalves (Sp. Braga) pirou-se. Os números do desemprego começam, de facto, a ser preocupantes?
Ora bem. Alberto João Jardim passa a dirigir o Correio da Manhã, João Marcelino vai treinar o Sporting de Braga e Rogério Gonçalves assume a chefia do governo regional da Madeira. Problema resolvido.

Mas parece que há ondas de choque: Romano Prodi também se demitiu de primeiro-ministro de Itália...
Só tenho uma coisa a dizer: o Miccoli não está gordo demais para governar um país. Cada qual que interprete isto como achar melhor.

Um vaticínio quanto à próxima demissão?
Bento XVI por divergências com a Cúria Romana, quando esta o censurar por restaurar o costume ancestral de transporte do Sumo Pontífice às costas de cinco negros em pelota.

Um comentário ao facto de A fórmula de Deus, de José Rodrigues dos Santos, liderar o top de vendas da FNAC.
Será que um dos ingredientes da tal fórmula de Deus é o célebre "leite de mamas" referido no penúltimo livro do autor?

Aparentemente sem razão, Britney Spears decidiu rapar todo o cabelo.
E a gente deixa-a. Só começo a estranhar se a Sinead O'Connor puser implantes de silicone.

Em entrevista à soporífera Judite de Sousa, o Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, prometeu que "até ao Verão haverá respostas e alguma coisa vai mudar no futebol". Pé em riste ou de promessas está o futebol cheio?
Ele sabe coisas que nós não sabemos. Por exemplo, que o Paços de Ferreira está apostado em reforçar a equipa e disputar o título já no próximo ano. É isso que vai mudar.

Cientistas mexicanos anunciaram esta quarta-feira a produção do "super-milho", uma variedade com o dobro das proteínas do grão normal. Mas o mesmo será usado para produzir aperitivos. Uma desilusão?
É um grande avanço. Falta resolver o problema de o super-milho só poder ser convertido em super-pipocas num forno de kryptonite.

O editorialista José António Saraiva escreveu no seu último jornal que "José Sócrates ganhou o referendo - mas perdeu a oportunidade de subir uns furos como estadista". Ultrapassando o pormenor do travessão no meio da frase, o que dizer?
É claro. Está a dizer de modo velado que, para além de ter inventado o saco de plástico do Expresso, também inventou o travessão. A conversa sobre José Sócrates é só um pretexto. Já agora, de furos percebe ele muito bem! (não faço ideia do que isto quis dizer)

Noutros fóruns, no ramo automóvel a Renault-Nissan rejeitou a fusão, ou mesmo aliança, com a Chrysler.
A Renault-Nissan sabe muito bem que a Chrysler passou os últimos meses a dormir com a General Motors.

Por falar em fusão, o Público "fundiu" a Xis. Últimas palavras?
Não se perde grande coisa. A Xis era um xarope do xaralho.

3 comentários:

Marga disse...

Não entendo o que tanto têm contra a Xis... Lamento o seu fim.

alexandre louro disse...

Sei lá, havia "xis" razões para acabar com aquilo?

Anónimo disse...

Atão o Marcelino não ia para o DN? Já não entendo nada. Atão o homem ainda nem está no cabeçalho e já o meteram na rua? Não pode ser, costuma ser só ao fim de um anito.´Para já, ainda tem de distribuir uns caramelos àqueles que nos últimos dias, em almoços, jantares e outros encontros furtivos, o têm posto ao corrente sobre a situação no pasquim. uma visão parcial e interesseira, claro, mas o homem não precisa de saber que está a ser lorpa. Há-de perceber como os outros um bocadinho lá mais para a frente, e quando precisar destes "amigos" de hoje, eles estarão já de corpo e arma com a direcção que se segue. Faites vos jeux.